Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele darás culto
Muitos cristãos tem celebrado com muito entusiamos diversos feriados ocultistas,sem saberem á verdadeira origem deles.Quando entender o quando paganista á America se tornou,verás o quão lamentável é,e que Jesus não tarde em voltar.
``Sai dela,povo meu,para que não sejas participantes dos seus pecados,e para que não incorras nas suas pragas. Apocalipse 18.4
Porém,se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR,escolhei hoje a quem sirvais;se aos deuses a quem serviram vossos pais,que estavam além do rio,ou aos deuses dos amoreus,em cuja terra habitais;porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR. Josué 24:15
Ninguém pode servir á dois senhores;porque ou há de odiar um e amar o outro,ou se dedicará a um e desprezará o outro.Não podeis servir a Deus e a mamom. Mateus 6:24
Não te inclinarás diante dos seus deuses,nem os servirás,nem farás conforme ás suas obras;antes os destruirás totalmente,e quebrarás de todo as suas estátuas. Êxodo 23:24
``...se servires aos seus deuses,certamente isso será um laço para ti. Êxodo 23:33
“E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.”[2 Coríntios 6:15-18].
CULTO A MARIA – O filme de Mel Gibson “A Paixão de Cristo” foi visto por milhares e milhares de evangélicos e muitos pastores conservadores entrevistados pela Christianity Today elogiaram o tratamento dado a Maria no filme. Cenas que não estão na Bíblia foram introduzidas para despertar uma reverência e amor a Maria. O culto e a adoração a Maria como praticado pela Igreja Católica é puro espiritualismo.
O espiritualismo tem dois elementos:
a) a crença na vida após a morte;
b) e que as pessoas vivas podem se comunicar com os mortos.
A oração feita a Maria tem esses dois elementos, e a crescente tendência dos evangélicos abraçarem o culto a Maria é o principal passo na união com Roma. “Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através da voragem para apanhar a mão do espiritismo; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, conculcando os direitos da consciência” (O Grande Conflito, pág. 588).
A invocação da Virgem Maria e dos santos envolve três erros principais:
1) A Bíblia declara que todos os homens, justos e injustos, jazem inconscientes no pó da terra (Eclesiastes 9:5, 6, 10; Filipenses 2:10), de onde não sairão, os justos, senão na segunda vinda de Cristo, para receberem a recompensa (João 5:28, 29; II Timóteo 4:8). Cristo, os profetas e os apóstolos não criam que o justo ia para o céu ao morrer. “Ora ninguém subiu ao Céu senão O que desceu do Céu, o Filho do homem” (João 3:13). Como, então, podem os santos ouvir as nossas orações?
2) Ainda que os santos mortos pudessem ouvir as nossas orações, como poderíamos orar a eles, se Jesus, quando tentado pelo demônio, lhe disse: “Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele darás culto” (Mateus 4:10).
3) Ainda que os santos mortos estivessem no Céu, não poderíamos recorrer a eles como a medianeiros.
Ouvi o que diz a Palavra de Deus: “Mas Este (Jesus), porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo. Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por Ele se chegam a Deus vivendo sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:24, 25). “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por Mim” (João 14:6). “Porque há um só Deus, e há um só Mediador entre Deus e os homens, que é Jesus Cristo homem, o qual Se deu a Si mesmo para redenção de todos” (I Timóteo 2:5, 6).
A VENERAÇÃO DE MARIA (PARTE I) - A sala de imprensa da Santa Sé publicou recentemente uma carta que o Papa Francisco (foto) dirigiu ao superior geral da Companhia de Jesus, padre Adolfo Nicolás. Ao longo do texto, Francisco pede aos jesuítas “que rezem” por ele e “encomendem” a sua vida “a amorosa proteção da Virgem Maria, mãe do Céu”. O Novo Testamento deixa claro que Jesus foi gerado pelo Espírito Santo no ventre de Maria quando ela ainda era virgem. Mas a igreja apostólica jamais atribuiu a Maria qualquer função especial junto à comunidade dos crentes. No entanto, várias teorias especulativas a respeito de Maria começavam a se infiltrar no cristianismo pós-apostólico.
Justino Mártir, Irineu e Tertuliano sugeriam que, como Eva havia sido a fonte do pecado e da morte, Maria trouxe a bênção da redenção ao mundo. Não demorou muito para que se consolidasse também a noção da perpétua virgindade de Maria. No Concílio de Éfeso (431), Maria foi declarada “mãe de Deus” (grego Theotokos), o que ajudou a estimular a crescente veneração da Virgem Maria através de cultos e orações a ela dedicados. Mas foi a oração da “Ave Maria”, originária do século 11, que mais contribuiu para popularizar essa veneração. Philip Schaff declara que durante a Idade Média “a veneração de Maria degenerou-se gradualmente na adoração de Maria”, a ponto de suplantar a própria “adoração de Cristo”.
A teoria da imortalidade natural da alma proveu o embasamento necessário para abrigar o dogma católico da assunção de Maria. Na Idade Média difundiu-se a crença de que a alma de Maria teria sido levada para o Paraíso logo após a sua morte; mas, quando o seu corpo estava para ser sepultado, Jesus o buscou a fim de ser reunido com a alma dela. Como se isso não bastasse, Maria passou a ser considerada como exercendo a função de mediadora humana junto ao trono de Cristo. Em 1854, o papa Pio IX decretou o dogma da Imaculada Conceição de Maria, sugerindo que ela “foi preservada imune de toda mancha do pecado original”.
A veneração de Maria continua ocupando um lugar central na teologia católica romana. O novo Catecismo da Igreja Católica (publicado em 1992) corrobora a crença: “Cremos que a Santíssima Mãe, a nova Eva, Mãe da Igreja, continua no Céu sua função materna em relação aos membros de Cristo”. (A CONCLUIR).
A VENERAÇÃO DE MARIA (CONCLUSÃO) – A revista Newsweek revelou recentemente que “um crescente movimento” estava sugerindo que o papa aprovasse um novo dogma reconhecendo Maria como co-redentora com Cristo. Na ocasião, o papa já havia recebido em apoio a essa proposta “4.340.429 assinaturas de 157 países”, entre as quais constavam as assinaturas de “aproximadamente 500 bispos e 42 cardeais”.
Por mais significativa que a veneração da Virgem Maria tenha se tornado para a Igreja Católica, ela não possui qualquer base bíblica. Jesus mesmo advertiu contra tal postura em Lucas 11:27 e 28. A teoria da mediação de Maria diante de Cristo a favor dos seres humanos é contrária ao ensino de Cristo de orarmos diretamente ao Pai em Seu nome. Jesus mesmo afirmou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim” (João 14:6). “E tudo quanto pedirdes em Meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho” (João 14:13). E o apóstolo Pedro acrescentou: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12).
O próprio dogma da assunção de Maria ao Paraíso cai por terra se levarmos em consideração o ensino bíblico de que os mortos permanecem em estado de completa inconsciência na sepultura, aguardando o dia da ressurreição final. Maria foi uma pessoa piedosa e temente a Deus, mas ainda não se encontra no Céu e, como qualquer outra criatura, jamais deveria ser venerada (ver Apocalipse 22:8 e 9). Na foto, Papa Francisco pede proteção a Virgem Maria, mãe do Céu.
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